terça-feira, 29 de julho de 2008

Aquele da cachorrinha chorona

Acabei de falar com uma pessoa que estou evitando faz um tempo...

Mas calma que vou começar do comecinho...

Sou três meses mais velhos que ela, nos conhecemos com cinco aninhos, ela era lindinha, minha amiguinha, fomos noivinhos de festa junina, fomos para escola juntos, tudo era com ela, tinha uma grande amizade com o irmão dela, mas acho que essa já era minha primeira crocodilagem.

Ela mudou de casa, de escola, eu também, perdemos o contato, isso ainda aos dez anos, tempos difíceis de telefonar, não existia e-mail, MSN, mas... eis que anos depois surge o bendito orkut e reecontramos (virtualmente ou não) as pessoas da nossa infância, do nosso colégio, etc...

Quando a achei no orkut, meu coração disparou, mas tava lá: CASADA.

Que droga, vou ver as fotos e ainda era um velho careca maldito.

Meses depois não tá mais o CASADA, nem solteira, nem nada, suspeito de que esteja recém-separada, olha suas comunidades e uma me chama atenção: "Homem que trai o pipi cai". Ao ler isso me deu um frio na barriga, afinal sou homem e ninguém merece tal castigo, ninguém, nem o Maluf.... tá bom... talvez ele... e mais uns poucos, mas voltando... depois do susto a felicidade, ela está solteira, nada de fotos, etc...

Comecei uma campanha, deixei recado, trocamos MSN, conversamos durante meses e papo vai e papo vem, então finalmente marcamos de nos encontrarmos, depois de meses.

Mas, por alguma obra maligna, no dia marcado eu não fui, esqueci, sei lá... furei (sou campeão nesse quesito, mas isso eu conto depois)...

Mais meses de papo, muitas desculpas e um novo encontro, dessa vez eu fui, foi beleza, ela foi com amigas para não correr o risco de ficar sozinha no bar de novo, então vamos embora, eu morava pertinho, mas ela foi deixar todo mundo e depois fomos para minha casa, nada rolou, nada demais, uns beijinhos quase da década de 60, mas tranqüilo...

Saímos mais algumas vezes mas com a regularidade das estações do ano, então finalmente fui para seu apartamento, afinal não poderia rolar algo mais caliente em outro lugar, porque ela tem uma cachorrinha que não dá sossego se ela dormir fora.

E lá não foi diferente, a dita cachorrinha perturbando, eu tentando, a cachorra latia, eu tentava, a cachorra chorava e eu com vontade de jogá-la pela janela, foi um drama, mas consegui levar a garota pro quarto e a cadela ficou na porta aos prantos.

Meu estado etílico não era muito avançado (acho), estava careta demais pra achá-la uma princesa, afinal aquela menina linda da infância sofreu com a ação do tempo, as cenas a seguir foram terríveis, a garota não era nada atraente, tava com cheirinho desagradável e quando pensei em sugerir uma ducha prévia fui atacado, ela se soltou de um jeito, me pegou, me beijou, me agarrou, me (não sei se posso detalhar mais aqui, então dessa vez passa), bom, foi péssimo, terminado o round, tratei de me recolher, ela foi ao banheiro e quando voltou eu estava devidamente trajado para ir para meu velho colchão que naquele momento eu imaginava como um copo de cerveja gelada num dia de muito calor em Salvador.

Ela sai do banheiro e solta: "O que é isso?" Neste momento pensei ter feito algo de muito errado, como ter esganado aquela maldita cachorra inconscientemente (conscientemente seria normal).

- Ué, vou pra casa! - respondi sem drama.

- Então é assim? (maldita frase) - ela ficou irritada com minha aparente tranqüilidade.

Num rompante de inteligência fugaz, virei o jogo (com perdão dos novatos na arte de ser Cafa, mas eu mando bem) e mandei: - Você não falou nada, entrou no banheiro, já levou a roupa, achei que seria assim, daí você sai vestida e eu aqui pelado sem saber se você quer que eu fique aqui hoje?

A coitada se sentiu culpada, mas eu não vacilei me mantive forte, ela pediu desculpas e me chamou para dormir lá, eu disse que não ia dar, que já era muito cedo (6 horas, por aí) e tinha compromisso antes do meio dia, ela entendeu, afinal a culpa ajudou.

Fui embora...

segunda-feira, 28 de julho de 2008

How You Doin?

Vou começar que nem meu caro friend Chandler, mandando um "oi" e escrevendo em outra cor, certo que aqui quem manda são elas.

Feita a média vamos aos causos.

Atendendo à pedidos vou contar algumas histórias, boas ou ruins, verídicas ou não, não sei, são apenas histórias...

Peru antes do Natal

É engraçado a quantidade de histórias malucas que acontecem na minha vida... Como diz uma prima minha: se o Falabella conhecesse as minhas aventuras amorosas ele já tinha feito várias novelas....

Lá estou eu, em casa vegetando em uma noite de quarta-feira. Pantufas, creme no rosto, novela... E eis que minha fiel companheira Miranda me convida via sms para irmos a um bar, mas não é qualquer bar, é um barzinho onde anões são carteiros e entregam correio elegante(!!!) .

Lógico que estava pronta em 5 minutos( ou seria uns 30 até me aprontar lindamente?) e nem um pouco chamativa pois não sou disso...

Passamos na casa de uma amiga antes, a arrastamos e fomos. Sentamos em uma péssima mesa, pois já estava lotado! Detalhe, eu disse que era uma quarta-feira! Tudo bem, o que importa é que é longe do banheiro e podemos circular indo até lá para sermos vistas... Tudo é questão de estratégia.

Dei uma circulada e comecei a receber as mensagens. Muitas por sinal! Também um ser de quase 1,75 com o cabelo amarelo, não podia ser diferente. É praticamente um ponto de referência, enfim...

Eis que chega um bilhete de um tal “Zé”. Tão carinhoso, romântico, escreve bem... e desenha! Não tinha como não rolar um interesse, em meio a tantos tiozinhos bizarros, um moço que até sabia desenhar! Tanto que logo descobri quem era o rapaz e gostei do pretê.

Bilhete vai, bilhete vem, os-senhores-da-terceira-idade na mesa ao lado pesando na pobre da minha amiga que tentou ser simpática e o velhinho audacioso querendo selinho! Préstenção?! Será que eles acharam que éramos a Hebe? Afff...

E eu lá nas nuvens com os recados e as olhadas do tal Zé. Tão simpático...

Enquanto isso a Miranda rindo da minha cara, até que o Português que ‘estava a mandar recados’ para a pessoa levanta e aparece na mesa. Quase encartei quando ele falou pra ela:

- Ora pois eu posso lhe conhecer?

HUAHAUAHAUA

E a Miranda no auge da loucura não me deu o numero do celular pro Gajo?! Depois ainda fala que é uma anta babante. De vez em nunca sou obrigada a concordar com ela!!!

Mas voltemos ao Zé! Ele me manda um novo correio e esse era “O” recado, aquele que marcaria o encontro na romântica porta do banheiro (!!!). Abro o bilhete e começo a ler... As meninas ansiosas... E eis que eu dou um suspiro e caio na gargalhada:

O Zé na verdade se chama SHESTER!!!!

Colega presta atenção é S-h-e-s-t-e-r com "S”! E para piorar é da Silva! Tem que ser... Não me contive! E o bilhetinho ainda vinha um trocadilho falando que “não era nem da Sadia e da Perdigão”!!! Minha nossa Senhora da Bicicletinha me dê equilíbrio!

Lá fui eu conhecer o ser: um encontro romântico na porta do banheiro! Só eu mesmo... Ele era simpático e tal. Mas quando cheguei na frente dele e este repetiu o nome, agora em alto e bom som, não deu pra segurar: ri, na cara da pessoa!

Comecei a rir e ainda apontei pra ele falei: "SHESTER? Que raio de nome horrível é esse?" Detalhe eu nem tinha falado nada pra ele e já solto uma dessa...

Como o meu irmão fala, vou morrer solteira se não controlar minha língua...
Mas não dava para resistir a uma tiração de sarro né?

Porém... Mesmo com o nominho de doer, resolvi encarar, não tava fazendo nada mesmo e as outras ‘opções’, não eram exatamente opções! E afinal, na guerra urubu é frango!!! Ou seria Shester, nesse caso?

Ficamos e ficamos... Não é que esse Shester rendeu uma “refeição”? Não foi assim uma ceeeeeeia, mas deu pra alimentar um pouquinho essa loira que vos fala. Ainda rendeu algumas outras investidas, mas nada que chegasse até o Natal. E no fim acabei percebendo que “a tal ave” poderia ser chamada pelo nome de uma prima próxima também: Galinha! Achei melhor desistir e dar chance para outros banquetes com um cardápio mais balanceado...

sábado, 26 de julho de 2008

Um dia na vida do ‘bendito-fruto-entre-as-mulheres’

Como é interessante a exclusão dos homens no mundo feminino. Se eu não digo “oi” aqui ninguém vai dizer que existe um homem entre essas quatro mulheres...

Tudo na vida tem o seu porém. Sempre tem aquela coisa que estraga o momento ou determinada coisa, e, em um blog rosa, nada melhor que um “ser da cor azul” para acabar com o “clube da luluzinha”.

Mas estou aqui, um trágico homem, que assim como elas, também acorda de pé esquerdo, ou melhor direito porque sou canhoto - mesmo sabendo que hoje é sexta-feira - , mas tem que seguir aquela mesma rotina que segue desde os 14 anos: casa, serviço, namorada mal-humorada, chefe com “cara de bunda”, clientes pensando que eu faço pastel, pois querem tudo na hora, trânsito na cidade de São Paulo, acidente de moto na Marginal Tietê, o rádio falhando a maldita antena e nenhum CD para ouvir.

Depois de 1 hora e 40 minutos de o trânsito, chego ao trabalho pontualmente às 7 horas da manhã e percebo que a sala está fechada e a chave, lógico, não esta comigo. Penso: vai ser um dia daqueles! A vontade de tomar aquele café preto para acordar está me matando, mas a porcaria da lanchonete só abre às 8h! O jeito é fumar mais um cigarro, o quinto do dia (já falei que são 7h e pouco da manhã, certo?)

8 horas e nada de alguém abrir a porcaria da sala e às 8h10 chega o chefe, sorrindo (aquele sorriso do capeta), com a chave da sala na mão e tem a capacidade de soltar a primeira frase do dia: “Está atrasado”.

Que porra, nem um bom dia! Mas beleza, vamo trabalhar.

14 cigarros e 10 baldes de café depois, finalmente, hora de ir embora, mas antes de chegar em casa para tomar aquele banho gostoso e tirar a roupa de pingüim – que o povo insiste em obrigar pessoas que não vêem clientes ao vivo nunca terem que vestir -, tenho que fazer a via sacra, já que, com toda a bondade do mundo ofereci carona para 4 pessoas que moram perto da minha casa, mas não tão perto assim.

Chegando em casa, aliviado, faço finalmente o meu almoço no final da tarde, quando sou interrompido por uma senhora de voz muito suspeita me informando que eu tive o privilegio de ganhar, entre milhões de pessoas no mundo, um cartão de crédito! Por mais que eu falasse que já possuo dois, e esses mesmos dois já acabam com a minha renda mensal, ela queria por que queria dizer que um terceiro sempre é bem vindo. Tive que usar a delicadeza que Deus me deu e dizer um longo e sonoro NÃO, para que ela desligasse, mas aí, a comida já estava fria....

Comendo a comidinha fria, novamente toca o telefone, e quem é? A namorada emburrada, pedindo desesperadamente para ir buscá-la no metrô, pois o salto quebrou! Não imagino como as mulheres andam sem essa parte do corpo, o salto, então, lá vou eu atrás dela.

Por que Deus me fez tão bonzinho, me diga? Para a minha surpresa, o salto só não era maior do que o tamanho da tromba dela em perder o seu sapato de número, sei lá, 13?! (porque vai ter sapato assim lá longe!).

Fomos para a casa dela e imaginei que teria paz, conseguiria jogar meu tão sonhado e desejado play2, que comprei há 1 mês, e ainda faltam 9 parcelas para eu pagar e por ironia do destino,toda aquela tromba causada pelo maldito sapato transmitia raiva para as pessoas ao redor e graças ao famigerado salto, consegui ter um quebra pau imenso!

Durante a briga, percebo que o controle do vídeo game estava se mexendo sozinho, e ao puxar o fio: BINGO! Pesquei um gato!!! Fala sério, nem um mês de vídeo game e o mesmo já está riscado pq o gato subiu nele e agora o fio comido! Cadê a ração dele, me fala?

Ainda tive paciência, de ficar até às 23h30 na casa dela, aí acabou totalmente a minha compreensão com o salto alto. Na despedida ganhei um tchau seco, e um “eu te amo forçado”. Vi que deveria fazer o mesmo, porém disse que estava triste e de luto pelo pobre salto que não se encontra mais no sapato...

Voltando para a minha casa, que fica à 4 km de distância, consegui levar duas fechadas e por pouco não fiz de um cachorro, um tapete de asfalto, coitado.

Melhor ir dormir logo, depois de tomar a minha Skol geladinha e fumar meu vigésimo cigarro antes que algo aconteça e eu não possa colocar a cabeça no travesseiro, e agradecer por esse dia tão especial de minha vida.

Cervejeiro

Na época da faculdade eu freqüentava muito o laboratório de rádio e TV. No 7º semestre aquelas salas frias eram praticamente meu segundo lar, tudo culpa de um maldito professor que passava um trabalho de rádio por semana, ou seja, era um programa para produzir a cada sete dias...

Mas (sempre tem um mas!) nem tudo era tortura quando eu tinha que ir até o ‘lab’. Passava horas dando muita risada por lá, tudo isso por conta dos técnicos que ali trabalhavam: Bobby, Gentefina e Cervejeiro. Os três ralavam à beça por lá, mas também faziam as horas de gravação do meu grupo serem mais divertidas. [Esqueci de citar um fato importante: no meu grupo só tinha mulheres, o que, provavelmente, fazia com que os meninos se esforçassem um pouco mais para atender às solicitações, né?]

Bom, cada um tinha uma característica muito peculiar: Bobby era aquele que serve para ser seu melhor amigo e ponto; Gentefina, como o próprio nome diz, era o mais legal, mais prestativo, mais fofo, mais um monte de coisas, mas (lá vem o 'mas' dinovo!) também não fazia os olhinhos da moça que vos fala brilharem; já Cervejeiro... ele era legal, inteligente, espirituoso, divertido, tinha as melhores sacada, era gato... Eu disse era gato? Pois é, pode-se dizer que era praticamente meu número!

Precisa perguntar se rolou um momento: 'senhor, daí-me forças porque eu namoro'? Não precisa né?! Sim, na época eu namorava, tipo quatro anos e tralálá de namoro. Mas enfim, tava namorando, não tava morta, e olhar e babar não tira pedaço de ninguém, nem faz ninguém ser menos fiel por isso.

O tempo foi passando, o semestre também, meu namoro indo pro brejo (por motivos que não tinham absolutamente NADA a ver com “cerveja” e afins), aquele lance de vc não entender qual é a do cara, se ele é só legal ou tá te dano mole (às vezes a gente não consegue entender de cara qualé, néverdade?). Deu-se que o semestre acabou, as aulas de rádio também e Cervejeiro começou a namorar bem na época que eu estava solteira. Valeu sr. Murphy!

No último semestre já não tinha mais tempo de ir até o lab pra ver como as “coisas” estavam, então sempre conversava por MSN com Bobby e vez ou outra com Gentefina, mas nunca com Cervejeiro. É impressionante a capacidade que a cidadã tem de ter assunto com qualquer pessoa, menos com quem deve ter, isso é fato.

Depois de um certo período de conversas percebo que Bobby começou a me xavecar! Taqueopariu, só acontece comigo né? Eu afim do amigo e vem o outro me cantar! Eu mereço. Isso porque o rapaz já tinha dado inúmeras indiretas a uma outra menina do grupo. Tentei de todas as formas me esquivar, acabei que deixei no gelo por um tempo, pra evitar de ser grossa com o insistente rapaz.

Meses depois, já tinha inclusive terminado a facul, passo a conversar mais com Gentefina por MSN, ainda mais porque eu sabia que agora quem tinha ido para o brejo era o namoro de Cervejeiro. Precisava de fontes, contatos e afins para tentar uma aproximação.

E eis que... recebo uma proposta quase indecorosa de Gentefina (que na ocasião se mostrou bem pouco gente fina – mas isso é conversa pra um outro post...). Lá vai a moçoila sair pela tangente outra vez!

Só pode ser praga! Não é possível! Três amigos, apenas UM te chama a atenção, mas é justamente esse UM que parece não perceber a sua existência! Muphy deve me amar mesmo, ou fez suas leis inspiradas em mim, só pode ser!

Depois dessa pensei: “deixa pra lá, não vou conseguir uma aproximação nunca, minhas chances já se foram mesmo. Burra, burra, burra! Por que não investiu no cara enquanto podia ver ele todos os dias? Vai, fica dando uma de ‘ai eu não posso, ai eu não devo’, isso que dá, perdeu a oportunidade meeeeeeesmo”. Ok, chega de estapear o próprio rosto e volta à realidade.

Meses, muitos meses, depois, eis que parece que Deus resolveu olhar para a moça-boba-que-não-sabe-agarrar-as-oportunidades-na-hora-certa e lhe dar uma nova oportunidade.

Continua no próximo.

sexta-feira, 25 de julho de 2008

Que diabos é isso?

Que atire a primeira pedra quem nunca teve um dia daqueles em que vc diz: “Minha Nossa Senhora da Biciletinha, me dê equilíbrio porque eu não devia ter levantado da cama hoje!”. Pior ainda quando esses dias se repetem por muitas vezes...

O que fazer nessa situação?
a) Sentar e lamentar?
b) Ficar atormentando os amigos com histórias de lamurias e reclamações do tipo: eu sou a pessoa mais infeliz do mundo, nada da certo pra mim...?
c) Chorar, chorar e chorar?
d) Pedir com todas as forças para que o ET de Varginha venha com sua nave e te leve pra bem longe daqui?

Ahhhhhhh! Volta pro mar oferenda!
O melhor é rir de tudo isso, né verdade?

O que seria do mundo sem as trapalhadas que acontecem na vida?
Com certeza um lugar muito chato e certinho, credo!
Como diz o ditado: é fazendo merda que se aduba a vida.

E já que a vida dessas quatro mulheres é cheia desses tropeços e palhaçadas –cotidianamente -, a melhor forma de ver o lado positivo (sim! Tudo tem um lado positivo, até aquele queijo vagaba daquela pizzaria ‘chinesa’ que todo o mundo conhece!) é usando o humor e proferindo nossas Epopéias Desvairadas por aí – além de contar com a participação das histórias de bizarrices alheias, lógico....

Divirtam-se!
;o)